Skip to content

Ladrão que é ladrão só rouba de chinelo, metralhadora e calção

Este post poderia começar assim:

“…
Aqui podemos usar, até porque não sou um dos homens que a revista Forbes lista como milionário e nossa segurança é melhor. Se fosse no Rio, talvez não usasse…”

Ou então

… também destaca que o risco é bem menor porque os bandidos que atuam no Amazonas não estão, na visão dele, conectados nas redes sociais e também porque a nossa internet é de qualidade ruim…

Este é um trecho de uma reportagem de um jornal local, A Crítica, referente ao perigo da utilização de redes sociais.

Infelizmente, muitas pessoas aderem ao comportamento que suas ações ou informações não são valiosas para os criminosos. E o pior, como no caso do entrevistado, existe a crença que ladrão que é ladrão só rouba de chinelo, metralhadora e calção.

Em segurança da informação, esse comportamento pode ser encaixado dentro de Segurança por Obscuridade. Em outras palavras, o indivíduo acredita que suas informações pessoais não são de interesse alheio já que não agregam muito valor.

É neste ponto que encontramos o problema das redes sociais. Nem sempre o ladrão abordará o indivíduo fisicamente. Na verdade, o criminoso utiliza das informações nas redes sociais para fazer um outro tipo de assalto. Assalto virtual. O ladrão poderá utilizar técnicas de Engenharia Social para enganar e roubar dinheiro, coletar número de cartão e senhas de banco. Tudo através de chats, e-mails, SMS e por ai vai.

Tenham certeza, isso não é coisa de cinema!

Vale o alerta, cuide bem de suas informações. Não adianta andar por lugares “imunes” de bandidos se você compartilha tudo nas redes sociais. Mais cedo ou mais tarde alguém utilizará estas informações contra você.

Boa Sorte.

Comments are closed.