How to plot R axis using non-us/international characters / Plotando R com acentos

In case you need to plot your R graphic using non-US characters or LATIN-1 (French/Spanish/Portuguese) accent (vowels+acute), than you need to plot using Unicode standard codes.

For example, to plot the ‘e’ with acute symbol “é” you need to add the respective code \u{E9} in the label option:

Here some code

xdata=c(rnorm(10))
ydata=c(rnorm(10))
plot(xdata,ydata, main="Testing Unicodes: \u{E7}, \u{D8}", xlab="Where is my e with acute? \u{E9}", ylab="Unicodes")

The output should be like that

unicode sample

You can get all UNICODES at  http://www.unicode.org/charts/PDF/U0080.pdf

Another option would be setting your shell environment to your specific language, before launch R :D. In my case, is the Brazilian Portuguese (Português do Brasil – pt_BR)

export LANG=pt_BR.UTF-8
export LANGUAGE=pt_BR:en

I made a test using a FreeBSD server with en_US support language:

[kaiorafael@n1: ~ $] lu
-bash: lu: command not found
[kaiorafael@n1: ~ $] export LANG=pt_BR.UTF-8
[kaiorafael@n1: ~ $] export LANGUAGE=pt_BR:en
[kaiorafael@n1: ~ $] lu
-bash: lu: comando não encontrado
[kaiorafael@n1: ~ $]

Got some help from:

https://stat.ethz.ch/pipermail/r-help/2010-August/248084.html

Memórias do futuro – por Arnaldo Jabor

Dificilmente publico textos sobre política neste blog, no entanto, ao passo que descubro um pouco mais do mercado financeiro começo a entender as preocupações do Santander, Empiricus e outros.

Segue o texto do Arnaldo Jabor, publicado hoje 29/07/2014, no Jornal O Globo. O texto original está nesse link http://oglobo.globo.com/cultura/memorias-do-futuro-13411187 .Republiquei aqui caso o PX remova o texto da fonte via ação judicial.

Memórias do futuro
Eu estava só, mas via o repulsivo Futuro brasileiro, preparado por séculos de atraso

Estou na clínica especial do Nada aqui neste ano remoto do futuro. Futuro de quê? Futuro de um futuro que o Brasil esperava há vários séculos. Essas clínicas são chamadas hoje de “zonas de esquecimento”; viraram “hype” há mais de um século e hoje abundam. Os sujeitos entram para perder todos os sentidos. Fica apenas a memória que, aos poucos, sem ajuda do tato, gosto, cheiro, visão, e audição, vai se transformando numa leve fonte de murmúrios, em lapsos de visões, em tênue brilho de lembranças e depois, o silêncio do nada. Muitas clínicas são arapucas e as mais baratas apenas jogam os pacientes numas salas vazias e deixam-nos na mistura de restos de comida e excrementos. Ninguém reclama. Mas, eu vivo na melhor: “Le Néant”, que as famílias visitam para verificar o tratamento — é impecável no trato dos corpos sorridentes, murchos e mudos.

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Lances de Vantagens ou Lances de ‘Fraudagem’?

Por algum motivo entrei no site http://www.lancesdevantagens.com.br/index.php, pois acredito que esse programa de KM da Ipiranga servir para quase nada.

Durante o ‘leilão’, observei que tinha um produto (400 reais em crédito de gasolina) a um bom preço, 230,00. Fiz alguns lances, e comecei a perceber um padrão muito estranho: toda vez que fazia lance, praticamente, dois usuários faziam lançamentos após o meu, menos de  um segundo. Até ai tudo bem, continuei observando e fazendo alguns lances próximo ao tempo final (1s). Isso era umas 20h, lá pelas 3h da manha já estava crente que alguma coisa estava errada. O que era 230,00 já custava quase 1.800,00 reais, e de vez em quando eu fazia um lance para ver se os dois usuários (‘robôs’) continuavam com o mesmo comportamento.  Minha constatação: SIM!, eles continuavam com o mesmo comportamento.

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How to install R-project 3.1.0 on FreeBSD 9.2 user’s home

In some machines I do not have ‘root’ access, therefore when I need a software and I don’t want to bother the sysadmin, I have to install it by myself into my home directory. Today, I needed to install the newest R-project’s version 3.1.0, and for some reason my FreeBSD machine could not find Fortran’s path.

In my home directory I have a special folder, named ‘TOOLS_SRC’ where I leave all source code for compilation. To install R on the user’s home I ran ./configure –prefix=/home/kaiorafael/rbinary , which gave me the following error.

checking for Fortran 77 libraries of fc... 
checking how to get verbose linking output from gcc -std=gnu99... -v
checking for C libraries of gcc -std=gnu99...  -L/usr/local/lib -L/usr/lib -lgcc_s
checking for dummy main to link with Fortran 77 libraries... none
checking for Fortran 77 name-mangling scheme... configure: error: in `/home/kaiorafael/TOOLS_SRC/R-3.1.0':
configure: error: cannot compile a simple Fortran program
See `config.log' for more details

Looking carefully the log message, I found this line very interesting.

“loading site script ‘./config.site'”

This file ‘config.site’ has many options to customize R-project’s installation. Since FreeBSD uses ‘gfortran’, I just had to uncomment the ‘## F77=’ line and change it for

F77=gfortran

Running again ‘./configure –prefix=/home/kaiorafael/rbinary’, and than ‘make && make install’, everything is working like a charm now.

R version 3.1.0 (2014-04-10) -- "Spring Dance"
Copyright (C) 2014 The R Foundation for Statistical Computing
Platform: x86_64-unknown-freebsd9.2 (64-bit)

R is free software and comes with ABSOLUTELY NO WARRANTY.
You are welcome to redistribute it under certain conditions.
Type 'license()' or 'licence()' for distribution details.

R is a collaborative project with many contributors.
Type 'contributors()' for more information and
'citation()' on how to cite R or R packages in publications.

Type 'demo()' for some demos, 'help()' for on-line help, or
'help.start()' for an HTML browser interface to help.
Type 'q()' to quit R.

I am not FreeBSD sysadmin nor FreeBSD heavy user. In case you are a FreeBSD expert, please let me know that there is a better way to solve this issue.

Plugin do Java SUN na Caixa Economica e Banco do Brasil (Debian / Ubuntu) definitivo

Resolvi fazer esse post porque já estava sem paciência de ficar batendo cabeça com a instabilidade do Internet Banking da Caixa. Apesar do Banco do Brasil funcionar muito bem com o OpenJDK, inclusive no FreeBSD (valeu kaiux), o site da Caixa vivia cadastrando meu computador e, algumas vezes, o plugin do IcedTea também travava resultando “sistema indisponível”.

Esse procedimento funciona no Debian Lenny/Wheezy/Sid e no Ubuntu Whatever. Vamos aos passos:

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Os Rolezinhos e a Internet no Brasil

É por isso que este blog tem o subtítulo: “All of this has happened before, and it will all happen again”. Tudo isso já aconteceu e acontecerá novamente. Não tem mais que 16 anos que a Internet no Brasil tornou-se popular. Desde o primeiro serviço de webmail gratuito ZipMail em 1998 (criei meu primeiro email nessa época também) até a maldição do Facebook, eventos sociais marcados através Internet sempre ocorreram.

No início Internet no Brasil, o auge das redes sociais (termo não utilizado na época) era o IRC, ou mIRC para alguns e o ICQ. No Brasil existiam praticamente dois provedores ou servidores de IRC que uniam os Internautas: BrasNET e BrasIRC (ambas falecidas).

No contexto mais regional, isto é, Manaus/Amazonas, a BrasNet tinha mais usuários que a BrasIRC. No canal #Manaus tinham picos de 300 a 500 usuários simultâneos. Era uma loucura ler tanto posts ao mesmo tempo, e o pior, ficava muito puto quando outros usuários usavam cores para postar um comentário na sala. Acessar o canal #Brasil era impossível. Quem usava cliente em modo texto pra Linux como BitchX sabe o que estou falando.

De maneira geral, através do IRC marcávamos várias festas, IRChurras e IRContros. Se você buscar no YouTube verá que os rolezinhos já aconteciam há muito tempo. Não tem nada de novo nisso. No entanto, analisando com um pouco a mais de critério. Na época, quem tinha um computador + modem e podia pagar horas de ligação telefônica (conexão Internet discada) eram famílias que tinham um pouco mais de recurso financeiro (Agradeço aos meus amigos Uilly Neves e Denis Rodrigues, por deixarem usar o computador e o telefone de vocês). Hoje a computação e o acesso à Internet está mais barato, ou seja, você pode acessar a Internet por 50 centavos por dia.

Certa vez fui a um IRContro dos canais #manaus e #amazonas no Shopping Amazonas. Chegando lá éramos mais de 100 pessoas e nunca fomos presos, ou impedidos de entrar no shopping (era adolescente na época). Então a pergunta surge: se tínhamos eventos desde tipo há mais de 10 anos nos Shoppings das capitais, porque estamos vendo esse tipo de discriminação com esses “Jovens Facebook”?

É importante frisar que nunca fizemos nenhum tipo de baderna extravagante (sim, adolescente faz baderna e sempre fará) ou cometemos qualquer furto. No entanto, não podemos atribuir  um rótulo de marginal ou ladrão a jovens que vem da periferia  ou porque não seguem um “padrão”  imposto por uma sociedade ou possuem uma cor de pele diferente. Isso é ridículo.

Se quisermos um país democrático e com direitos iguais a todos é importante que olhemos o nosso passado. Qualquer intenção em defender esse tipo de intervenção dizendo que é perigoso um monte de gente no shopping é a mais pura mentira. Oras, e nos dias das mães, dias das crianças? Os shoppings estão até o tucupi (lotados) de gente.

Na minha visão é que o Brasil nunca respeitou as classes sociais menos favorecidas. E o pior,  o que falta no brasil são políticas FEDERATIVAS, por isso os Governantes preferem dar o peixe ao invés de ensinar a pescar.

Set a specific style for makeindex in the first page

If your ‘index’ has no style and you want to define it, you should define “pagestyle plain” following your other styles or a new one as you wish.


% indice autores
\addcontentsline{toc}{section}{\textbf{Índice de autores}}
\fancypagestyle{plain}{%
\fancyhf{}
\cfoot{\thepage}
\chead{\small{Header Message}}
\renewcommand {\headrulewidth}{0.4pt}
\renewcommand {\footrulewidth}{0.0pt}
}
\printindex

\end{document}

Nice tip from: http://www.latex-community.org/forum/viewtopic.php?f=4&t=1737

How to change the “index” title in latex

If you want to change the “index” title from your latex document, depending of your babel you could run in preamble.

\addto\captionsenglish{%
  \renewcommand*{\indexname}{Index of whatever I want}
}

If you are writing this in Brazilian Portuguese, you should set to your babel


\usepackage[brazil]{babel}
\usepackage{makeidx}
\addto{\captionsbrazil}{%
   \renewcommand{\indexname}{\LARGE{Índice dos autores}}
}

Thanks these guys from stackexchange

http://tex.stackexchange.com/questions/19268/setting-the-name-of-an-index-with-makeidx-and-adding-to-table-of-contents

http://tex.stackexchange.com/questions/8564/what-is-the-right-way-to-redefine-macros-defined-by-babel

Eu mando SPAM? Yes, I Can!

Começou a corrida partidária no Brasil e os políticos já estão loucos por divulgar seus respectivos trabalhos. Não vejo problema em tal atitude, desde que não enviem SPAM para mim. O Senador do Amazonas, Eduardo Braga,  acha que ninguém sabe usar os buscadores (duckduckgo, google, bing) para encontrar notícias sobre o seu trabalho. Pensando nisso, o Senador Eduardo Braga facilita a vida dos eleitores  enviando  SPAM referente ao seu mandato. Valeu Sen. Eduardo!

( Volto a frisar, não estou nem aí para partido político ou político. Voto em quem trabalha)

Yes I can Send SPAM!!!

Além de não ter inserido meu nome ou email nesse tipo de lista de SPAM, a mensagem enviada não possui a opção de remoção de cadastro (optOut).  Se você recebeu essa linda mensagem do nobre Senador, você pode excluir seu nome em:

https://braga.bsd.net/unsubscribe?email=Seu_Endereço_de_Email

Por exemplo: https://braga.bsd.net/unsubscribe?email=emaildokaiux@gmail.com

Um fato interessante é que a empresa contratada pelo Senador foi a mesma que auxiliou o Obama nas redes sociais em 2010

Yes I Can Continue reading